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A Justiça paraguaia manteve nesta sexta-feira 13, a prisão preventiva de Ronaldo Assis Moreira, o Ronaldinho Gaúcho, e do seu irmão, Roberto Assis. A defesa entrou com um recurso para liberar o ex-jogador, mas a Câmara de Apelações do país ratificou a decisão do juiz Gustavo Amarilla de que havia risco de ele fugir ao Brasil, caso eles fossem soltos antes da conclusão das investigações. Ainda há um outro recurso que deve ser analisado na próxima semana.
“Medidas cautelares alternativas à prisão permitiriam o retorno ao país de nacionalidade dos imputados, e não há garantia de que eles serão julgados no Brasil”, diz a decisão judicial. O tribunal é formado pelos juízes Gustavo Santander, Gustavo Ocampo e Pedro Mayor Martins.
Os magistrados questionaram também um dos argumentos da defesa de que houve discriminação da parte do Judiciário. “A condição de estrangeiros mencionada anteriormente não pode ser considerada de modo algum como uma atitudade xenófoba”, escreveram, no texto.
