13 de março de 2026 12:48
Publicidade
  • Início
  • Cidades
  • Esportes
  • Política
  • Entretenimento
  • Geral
  • Polícia
  • Emprego
  • Quem Somos
No Result
View All Result
  • Início
  • Cidades
  • Esportes
  • Política
  • Entretenimento
  • Geral
  • Polícia
  • Emprego
  • Quem Somos
No Result
View All Result
Madre Notícias
No Result
View All Result
Home Entretenimento

Após vender peixe na praia, modelo baiana de 16 anos assina com grande agência

Após vender peixe na praia, modelo baiana de 16 anos assina com grande agência

Foto-Reprodução

Aos 16 anos, a modelo baiana Monique Lemos, ou Munik, como escreve nas redes sociais agora, estuda inglês e prepara o corpo para o retorno ao trabalho após o período de pandemia do coronavírus. Dedicação que é necessária para a carreira, mas que já é característica de muito antes quando, aos 13 anos, ela vendia peixe frito nas praias de Salvador. O dinheiro que ganhava servia para ajudar a família e também para comprar o primeiro salto alto.

Monique foi descoberta como modelo no Afro Fashion Day, evento realizado anualmente pelo jornal Correio*, ainda aos 13 anos. À época, ela recebeu a oportunidade através de Vivaldo Marques, o jovem de 20 anos, que também é baiano e segue como agente dela. Desde então, ela investiu todo tempo na carreira e atualmente faz parte da agência Way Model.

“Fiz uma prova do Afro Fashion Day de bairro. Eu era uma menina muito nova, minha mãe me inscreveu. Passei pela primeira, segunda e terceira etapas. Lá eu conheci o Vivaldo, que me deu diversas oportunidades. E foi de lá para cima”, lembra.

Além das passarelas, Monique também participou do clipe ” Me Custa” gravado por Anita em Salvador, em fevereiro deste ano.

“Como o clipe foi aqui em Salvador, participei do casting que fizeram e me botaram no clipe. Foi maravilhoso, conheci pessoas incríveis, profissionais, conheci Léo Kret, Anitta, desfilei lá”, lembra.

Com a carreira como modelo deslanchando, Monique pode então deixar o trabalho na praia que conseguiu através da amiga de uma vizinha. À época, ganhava entre R$ 30 e R$ 50 por dia.

“Era um trabalho duro, cansativo. Eu chegava às 9h e soltava às 18h30. Pegava uma bandeja pesada de peixe, andava a praia toda, às vezes o freguês não queria e eu tinha que voltar. Ganhava de R$ 30 a R$ 50 por dia, talvez menos, sem transporte. Eu almejava ajudar dentro de casa. Também meu primeiro salto foi com esse dinheiro”, conta.

“Estou estudando inglês, fazendo curso para quando voltar para São Paulo estar com inglês fluente. Estou treinando também, questão de corpo, essas coisas. A minha família encarou me ajudando muito. Levei uma parte do dinheiro vendendo na praia para São Paulo, quando fui. Meu pai me ajudou, deu a metade do salário dele, de R$ 500, para viajar”.

Fonte: G1

Compartilhe isso:

  • Facebook
  • Twitter
  • WhatsApp
  • Pinterest
  • Telegram

Relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Madre Notícias

© 2022 Madre Notícias
Desenvolvido por - Cleytech Design

  • Início
  • Cidades
  • Esportes
  • Política
  • Entretenimento
  • Geral
  • Polícia
  • Emprego
  • Quem Somos

No Result
View All Result
  • Início
  • Cidades
  • Esportes
  • Política
  • Entretenimento
  • Geral
  • Polícia
  • Emprego
  • Quem Somos

© 2022 Madre Notícias
Desenvolvido por - Cleytech Design

Are you sure want to unlock this post?
Unlock left : 0
Are you sure want to cancel subscription?
 

Carregando comentários...