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Desde o início da pandemia, em março, até julho, cerca de 13,3 milhões de pessoas (6,3% da população brasileira) já fizeram algum teste para diagnóstico da Covid19 no país. Dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Covid19), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta quinta-feira, 20.
Ainda de acordo com a pesquisa, cerca de 20,4% dos testados (2,7 milhões de pessoas) obtiveram resultado positivo. Outros temas abordados pela pesquisa são: Comorbidades, Comportamento (frente ao isolamento social), Indicadores Escolares, Solicitação e Aquisição de Empréstimos e Itens de Higiene e Proteção.
Em julho, na população brasileira (estimada em 211,1 milhões), havia 47,2 milhões de pessoas (22,4% da população) com alguma das comorbidades pesquisadas, sendo a hipertensão a mais frequente (12,8%).
As demais prevalências foram: asma ou bronquite ou enfisema (5,7%); diabetes (5,3%); depressão (3%); doenças do coração (2,7%) e câncer (1,1%). Além disso, o percentual de pessoas com alguma doença crônica e que testou positivo para a Covid19 foi de 1,6%.
Quanto ao comportamento diante da pandemia, 4,1 milhões (2% da população) não adotaram qualquer medida de restrição em julho; 64,4 milhões (30,5%) reduziram o contato mas continuaram saindo de casa; 92,0 milhões (43,6%) ficaram em casa e só saíram em caso de necessidades básicas e 49,2 milhões (23,3%) ficaram rigorosamente isolados.
Dos 68,5 milhões de domicílios nos quais foi investigada a existência de itens básicos de higienee proteção, em quase todos havia sabão ou detergente (99,6%), máscara (99,3%) e água sanitária ou desinfetante (98,1%). O “álcool 70%” estava presente em 95,8% dos domicílios, enquanto as luvas descartáveis estavam presentes em somente 43,2% das unidades domiciliares.
Fonte-IBGE
