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Municípios do interior baiano que não possuem hospitais com Unidade de Terapia Intensiva (UTI) estão com os seus postos de saúde sobrecarregados e com pessoas a serem reguladas por conta do aumento de casos da Covid-19. Além disso, os pacientes destas regiões correm o risco de não conseguir vagas em hospitais de referência do estado, que registram 80% de ocupação dos leitos da categoria para o tratamento do coronavírus. As informações são do jornal Correio.
Madre de Deus:
Os casos ativos cresceram 500% em 14 dias: saíram de 17 no dia 8 de fevereiro para 136 no dia 22 deste mês. As mortes foram de 30 para 33.
Mata de São João:
Dentro de um período de três dias, entre 17 e 20 de fevereiro, foram registradas quatro mortes pela doença. Uma das vítimas foi a óbito aguardando regulação para um leito de UTI.
Macaúba:
Nesta segunda-feira (22), a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade estava com 100% de ocupação, com dois pacientes a serem regulados. Conta com 135 casos ativos do vírus e quatro mortes registradas.
Araci:
Dentre os seus 50 mil habitantes, 495 estão com a doença ativa (praticamente 1% da população) e registra 27 mortes, 6 ocorridas apenas neste mês.
Maracás:
O município atende diariamente 150 pessoas no centro Covid e o hospital municipal opera com capacidade máxima, mesmo sem leitos de UTI. Com 20 mil habitantes, 32 pessoas já foram a óbito pelo coronavírus no município e há 107 casos ativos.
Catu:
Em apenas 15 dias, os casos ativos da Covid-19 aumentaram mais de 590%. Foram de 12 no dia 7 de fevereiro para 83 no dia 22 do mesmo mês, segundo o boletim epidemiológico municipal. Os óbitos saíram de de 40 para 46 no mesmo período.
Fonte: M1
