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O Ministério Público de Contas, que atua perante o Tribunal de Contas da União (TCU), quer que o governo federal esclareça qual fonte de recurso usada para pagar a campanha de publicidade para divulgar ‘atendimento precoce’ contra o coronavírus.
O pedido foi assinado pelo subprocurador-geral do MP de Contas, Lucas Furtado e precisa ser deferido pelo TCU, órgão de controle externo do governo federal. A informação foi divulgada pelo portal UoL.
Uma reportagem da Agência Pública da última semana havia denunciado o gasto de cerca de R$ 1,3 milhão do Ministério da Saúde e da Secretaria de Comunicação com ações de marketing sobre o “atendimento precoce”. E R$ 85,9 mil teriam sido destinados ao cachê de 19 famosos para divulgar a campanha em suas redes sociais.
O subprocurador-geral pediu ainda que o TCU determine que o governo federal “suspenda imediatamente a realização de despesas para a divulgação acima referida junto a influenciadores na internet ou em qualquer outro meio de comunicação”.
