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O vigilante Claudinei Coco Esquarcini, de 44 anos, um dos diretores da Associação Recreativa Esportiva Segurança Física de Itaipu (Aresf), em Foz do Iguaçu, que seria um dos responsáveis pelo fornecimento de senhas que dão acesso às imagens de onde aconteceu o assassinato do petista Marcelo Arruda em 9 de junho, morreu nesse domingo (17), em Medianeira, no Oeste do Paraná.
A informação foi confirmada ao Portal da Band pela Polícia Civil do Paraná.
“Imagem de câmera de segurança mostra que ele estava sozinho quando se jogou de cima de um viaduto. Foi socorrido com vida, mas não resistiu”, diz a polícia do Paraná em nota.
Claudinei seria o “responsável pelo fornecimento de senhas” das câmeras de segurança na Aresf. Questionado sobre o acesso às câmeras, José Augusto Fabri, vigilante da Itaipu, citou Claudinei como o encarregado pelo sistema de monitoramento, instalado no local para prevenir furtos. “Tem que ter uma senha. Esse processo quem faz é o Claudinei. Como ele conhece de configuração, montagem, manutenção e ele faz parte da diretoria, então ele cuida dessa parte”, disse o vigilante em depoimento à Polícia Civil.
O advogado Daniel Godoy, que representa familiares de Marcelo, protocolou uma petição na 3ª Vara Criminal de Foz do Iguaçu solicitando apuração da polícia quanto à responsabilidade de Claudinei na operação das imagens e cita o suposto suicídio.
