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Elize Matsunaga falsificou ficha criminal para trabalhar, diz polícia

Elize Matsunaga falsificou ficha criminal para trabalhar, diz polícia

03/07/2021. Credito: Netflix/Divulgação. Imagem de divulgação da série documental "Elize Matsunaga - Era uma vez um crime".

O atestado de antecedentes criminais usado por Elize Matsunaga para que ela pudesse trabalhar em um condomínio em Sorocaba (SP) teve três informações adulteradas. A informação foi detalhada pela Polícia Civil em uma coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira, 28.

Recentemente, o escritor Ulisses Campbell, autor de livros e de uma biografia de Elize, em publicação no perfil Mulheres Assassinas, revelou o novo trabalho de Elize pelo interior paulista. A mulher foi condenada por matar e esquartejar o marido em 2012 e estava cumprindo a pena em regime aberto desde o ano passado.

No aplicativo de corridas, ela usa o nome de solteira, Elize Araújo Giacomini, e só dirige com óculos escuros e bonés, para evitar ser reconhecida.

Após a informação ser amplamente divulgada, a Polícia Civil entrou no caso e decidiu investigar os documentos apresentados por ela às empresas para as quais trabalha.

Os investigadores, então, descobriram as adulterações. O atestado de antecedentes criminais foi usado por Elize para se candidatar a um trabalho em um condomínio.

O documento tinha mudanças no QR Code, na assinatura digital alfanumérica e no nome da pessoa a qual o documento pertencia e que não possuía registro de antecedentes.

“É uma cópia mal feita do verdadeiro. Para nós, a partir desse momento, está caracterizado o uso de documento falso”, explicou o delegado Acácio Leite, ao tratar do caso, na coletiva de imprensa.

“Ela pegou o atestado de um colega dela, da empresa, sobrepôs o nome dele aqui em cima. Deu uma borradinha aqui, no QR Code. E suprimiu dois números do alfanumérico”, conta.

À TV Globo, a defesa de Elize nega a adulteração do documento e, em depoimento, Elize disse que foi a empresa onde ela trabalhava que falsificou o atestado de antecedentes. Ela foi detida em Franca, onde atualmente mora e trabalha, e levada até o 8º Distrito Policial de Sorocaba, onde foi ouvida e liberada nesta terça, 28.

As investigações pelo crime de falsificação continuam e a empresa onde ela trabalhava em Sorocaba ainda deve ser ouvida pela polícia. Segundo a polícia, o crime de uso de documentos falsos não cabe prisão e o juiz de Execuções é quem vai definir o futuro da ex-detenta.

 

Fonte: Terra

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