Na madrugada do dia 1º de maio, a mulher entrou em trabalho de parto. Em determinado momento, a obstetra chamou o pai da bebê para acompanhar o procedimento, que ele presenciou no lado de fora da sala de parto, através de um vidro. Ele contou aos policiais que chegou a ver a filha piscando e mexendo a boca.
Depois disso, os parentes contaram que um tumulto começou no ambiente, que a profissional subiu na barriga da gestante para fazer a retirada do corpo rapidamente e logo depois perceberam que a médica havia arrancado a cabeça da criança.
Ainda na versão dos familiares, a assistente social da unidade de saúde disse que o hospital arcaria com todos os custos do sepultamento. Também foi solicitado aos pais que assinassem um documento declarando que “a necropsia já havia sido realizada no hospital” e que “o corpo não seria encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML)” da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).
Fonte: Terra
