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Número de mulheres vítimas de violência é o maior dos últimos 5 anos; No primeiro semestre de 2023, 722 mil brasileiras acabaram vítimas de feminicídio

O Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres é celebrado neste sábado, 25

Auxílio aluguel para mulheres vítimas de violência vai a sanção

Mais de 18 milhões de mulheres no Brasil sofreram algum tipo de violência ou agressão no ano de 2022, segundo a pesquisa Visível e Invisível: a vitimização de Mulheres no Brasil, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em parceria com o Datafolha. No total, 50,9 mil mulheres sofreram violência por dia no período, um número é o equivalente a um estádio de futebol lotado por dia durante um jogo.

No primeiro semestre de 2023, 722 mil brasileiras acabaram vítimas de feminicídio, com um crescimento de 2,6%. Em comparação com o mesmo período do ano anterior, é o maior registrado desde 2019.

O Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres é celebrado neste sábado, 25. Segundo a Lei Maria da Penha, existem cinco tipos de violência doméstica e familiar contra a mulher: física, psicológica, moral, sexual e patrimonial.

“O feminicídio é um conceito que qualifica o homicídio. Trata do assassinato de mulher (seja biologicamente nascida mulher ou mulher trans) em razão da sua condição de ser mulher. Ou seja, é o homicídio praticado contra uma mulher por desprezo, discriminação e preconceito baseados no gênero”, explica Hanna Gomes ao site Metrópoles, advogada especialista em direito da mulher.

Os estupros e estupros de vulnerável, quando as vítimas têm menos de 14 anos ou é incapaz de consentir (por enfermidade, deficiência mental ou qualquer outra causa que não pode oferecer resistência), também tiveram crescimento no primeiro semestre de 2023.

Nesse período, o Brasil registrou 34 mil casos desse tipo de crime, um aumento de 14,9%. Esse é o maior número registrado desde 2019. Estima-se que, em média, apenas 8,5 em cada 100 casos de estupros que ocorrem no país sejam registrados pelas polícias do país, e apenas 4,2 em cada 100 pelos sistemas de informação da saúde.

 

Fonte: Data Folha

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