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Mais de 2 mil casos de infecção por vírus HIV são registrados na Bahia em 2023

Epidemia de Aids não vai ter fim até que ações direcionadas sejam feitas, alerta OMS

Até setembro deste ano, 2.304 pessoas foram diagnosticadas com casos de HIV na Bahia, de acordo com levantamento da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab). O vírus compromete a capacidade de defesa do organismo e pode evoluir para a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids). Com o objetivo de conscientizar a população sobre a condição, o governo federal promove o Dia Mundial de Combate à Aids, em 1° de dezembro. O objetivo é disseminar informações sobre a síndrome e evitar que casos evoluam para diagnósticos mais graves.

Em 2022, a Bahia chegou a 2.593 casos de infecção por HIV, com taxa de incidência 18 casos por 100 mil. O Boletim Epidemiológico de HIV/Aids de 2022, publicado pelo Ministério da Saúde, aponta que 1.088.536 diagnósticos de Aids foram feitos desde o surgimento da síndrome, em 1980. Somente em 2021, mais de 11 mil óbitos foram registrados. No mundo, a condição já levou mais de 40 milhões de pessoas à morte, segundo a Unaids.

Claudilson Bastos, infectologista e consultor técnico do laboratório Sabin duz existir duas diferenças entre o portador do HIV e a pessoa que vive com Aids. “O portador é aquele que não tem a Aids, mas tem o vírus. A pessoa não apresenta sintomas. Já quem vive com Aids pode apresentar sintomas, a exemplo da perda de peso, diarreia, candidíase. Ele ainda pode estar mais suscetível a doenças e infecções”, explica. Ele indica que, tanto o vírus como a síndrome, possuem uma incidência maior entre pessoas jovens, principalmente entre 15 e 29 anos. Um dos principais fatores de risco é um consumo elevado de bebidas alcoólicas.

O especialista cita a meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de erradicar a transmissão do HIV até 2030. De acordo com o plano, ao menos 95% das pessoas com diagnóstico positivo de HIV precisam saber que possuem a condição. Dentro deste grupo, o total de 95% precisa estar em tratamento e com a carga viral suprimida, ou seja, indetectável. “A pessoa com a carga viral suprimida não transmite o HIV. O vírus fica intransmissível. Esse é o objetivo”, pontua.

Em termos de tratamento e prevenção, Bastos indica que o método mais utilizado é a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP). “É um medicamento antirretroviral que você utiliza em situações de riscos de contrair o vírus. Pode ser tomado diariamente ou sob demanda em situações específicas, como em relações sexuais. A utilização da medicação evita a contração do HIV”, afirma.

O infectologista ainda reforça que utilizar preservativos durante relações sexuais e evitar compartilhar objetos como agulhas e seringas são formas eficazes de se prevenir contra a doença. Em caso de diagnóstico positivo para HIV ou Aids, ele recomenda a busca por um centro de saúde ou especialista para iniciar o tratamento mais adequado para a condição.

 

Fonte: A Tarde

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